A mais abrangente, a mais plural, a mais livre antologia angolana já publicada: vai da literatura oral nas línguas nacionais a contemporâneos como Agualusa, Manuel Rui, Ana Paula Tavares, Lopito Feijóo, Amélia Daloma ou Ondjaki.
Palavras do Autor Carlos Ferreira ("Cassé"):
Rui Vaz Pinto lê dois poemas de Carlos Ferreira:
Carlos Ferreira lê poema de Tomás Jorge, "Raiva":
Carlos Ferreira lê poema de João Melo, "Querem proibir-nos a autêntica memória":
Jorge e Nuno Gomes da Silva_1:
Jorge e Nuno Gomes da Silva_2:
Jorge e Nuno Gomes da Silva_3:
Jorge e Nuno Gomes da Silva_4:
Registo fotográfico:
Sinopse
Entre a Lua, o Caos e o Silêncio: a Flor é a antologia mais completa e abrangente já publicada de Poesia Angolana, incluindo os períodos e os autores mais marcantes da sua história.
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Com excepcional organização de Irene Guerra Marques e Carlos Ferreira, a Antologia de Poesia Angolana divide-se em três partes. A primeira, dedicada à literatura oral, oferece a transcrição literal dos poemas nas línguas nacionais, seguida de tradução acompanhada por notas explicativas que contextualizam cada poema. A segunda secção, referente aos precursores, abarca nomes sonantes da poesia angolana, de Luís Félix Cruz a Jorge Rosa, levando o leitor numa viagem do século XVII, assinalado pelos primeiros textos poéticos manuscritos, até ao século XIX. «Modernidade e Contemporaneidade» é a última parte da antologia e nela irrompem os poetas dos séculos XX e XXI, contrastando, a cada virar de página, manifestações artísticas distintas - as «continuidades e descontinuidades» a que o subtítulo dessa secção alude.
Organização: Irene Guerra Marques e Carlos Monteiro Ferreira