Apresentação de Roberto Merino:
Palavras do Autor:
Debate (excertos):
António Osório diz poema de sua autoria:
Registo fotográfico:
Ilha do Princípio - Sinopse
Um jovem engenheiro ambiental, homem de bons valores aos olhos da sociedade, tem a noção de que paira sobre si, qual fantasma, uma parte importante da sua personalidade: a insegurança emocional perante o sexo oposto, e que o leva, na maior parte das vezes, a interpretar como paixão o que não passa de um sentimento de agrado ou simpatia.
Porque impera obter maior autoconfiança, resolve aproveitar o seu período de férias para fazer um retiro longínquo e mais próximo da Natureza, que lhe permita viajar até si, obter respostas e, quiçá, encontrar o que sente faltar-lhe na personalidade.
Aquilo que seria uma viagem ao seu encontro e aos porquês da vida, subitamente assume contornos inverosímeis, a ponto de duvidar da sua sanidade mental e valores. Contudo, no meio de toda a perigosa imprevisibilidade, que o leva a perder a memória, um porto de abrigo, uma resposta a tudo o que na vida se pode querer sem questionar, parece estar ao seu alcance. Sobreviver e viver depende da sua perseverança.
David Barros Alves
David Barros Alves é natural do Porto.
Bancário. Estudou Gestão no Instituto Superior de Gestão Bancária. Bacharel em Medicinas Tradicionais, Complementares e Integrativas – MTCI; Formações de Anatomofisiologia na Ordem do Terço; Mesoterapia e homeopatia na Universidade Católica; Auriculoterapia e outras no ICBAS.
Escritor, Compositor, Ator e Encenador.
Desde 1980 passou a partilhar a sua vida pessoal e profissional com o teatro amador. Integrou e encenou no GTI, no Bankuiteatro, no Cêntimo Acto, e outros.
Desde novo que escreve textos dramáticos destinados ao público mais jovem.
As suas composições musicais, integram algumas das suas obras dramáticas, assim como ajudam a interpretar os seus poemas.
Levou as suas peças de teatro a variadíssimos palcos no Norte e na Capital sendo que, de entre elas, a obra “No Bosque das Flores Plantamos Valores” esteve dois anos em cena.
Outros êxitos se seguiram, tais como “A Praça de S. Roberto”, “Vizinhas da Miquinhas”, “D. Maria da Autarquia”, “O Amigo Girassol” e “Uma Estrela Que Ninguém Vê” tendo estado presentes em prestigiados eventos e palcos, de entre eles, a Associação Cultural Cem Cenas; o Festival de Teatro Renascer de Esmoriz; no Auditório Municipal de Grijó; Encontro de Teatro Amador dos Plebeus Avintenses; presença assídua no Festeatro do Auditório Municipal de Vila Nova de Gaia; Auditório do Grupo Desportivo do BESCL, em Lisboa, entre outros.
Escreveu, também para os jovens, “O Menino que Abraçava as Árvores”, “Doroteia” e “A Flor Amarela”. Os livros “O Amigo Girassol” e “Uma Estrela Que Ninguém Vê” foram adaptados para as peças de teatro acima mencionadas.
Em 2015 escreveu, em paralelo, “A Ilha do Princípio”, bastante emancipada da escrita habitual. Ficou na gaveta devido à sua dedicação, sempre pro bono, ao objetivo superior que é o facultar aos jovens, o beber desta fonte, importante vertente da cultura, que é o teatro.
Agora, eis que sai da gaveta “A Ilha do Princípio” para se dar a conhecer.
Mantém-se ao serviço do teatro, dirigindo, atualmente, dois grupos: GTLC – Grupo de Teatro Latino Coelho, e TAI – Teatro Amador Independente..