Visite-nos também na livraria:
Praça Carlos Alberto, 128-A 1º
De segunda a sexta-feira: 10h-19h
Sábados: 10h-14h e das 15h-19h
AÇÃO CULTURAL
A Beleza de Um Corpo Nu avalia os destroços do conceito de cidade e apela às possibilidades concretas da sua reconstituição. Com esse intuito velado, o livro percorre mitos, ética, morte, arquiteturas, descendências suburbanas legítimas e ilegítimas e, por fim, a coisa política enquanto razão de ser.
Uma análise dos acontecimentos de 25 de Novembro de 1975, que contrasta com a narrativa dominante. O autor procura identificar os protagonistas, interesses políticos e militares envolvidos e analisar factos que, têm sido omitidos ou distorcidos ao longo das últimas décadas.
Este livro, com o título “Onírico” não pretende oferecer respostas prontas, mas antes abrir fendas. Suscitar inquietações e insistir nas perguntas que, tantas vezes, evitamos formular.
(Devido a ausência de transportes para os músicos na greve de 3 de junho, esta 138ª sessão passou para quarta-feira, 1 de julho.)
Na primeira 4ª feira de cada mês a UNICEPE acolhe a Roda de Choro do Porto para uma celebração desta música popular brasileira.
Ponto de encontro regular para que músicos de todas as idades e proveniências partilhem a efervescência do choro.
Livro Vencedor da 18.ª edição do Prémio Literário Revelação Agustina Bessa-Luís.
“Romance fortemente emotivo e de requinte estético.”
Em Além da Pandemia, o autor reflete sobre momentos marcantes da sua vida, entrelaçando memórias pessoais com questões existenciais e universais. Através de observações no céu, como o avistamento de luzes misteriosas em 2020, o autor reconhece a chegada de uma nova realidade, a pandemia.
Com a habitual organização do nosso associado Víctor Alegria, desta vez também com seu filho Victor Tagore Alegria, vamos ter a alegria de receber nova embaixada de escritores brasileiros, nesta sua “15ª Viagem às Nascentes da Língua Portuguesa”.
Ciclo de cinema UNICEPE, 34ª sessão:
«O Último Barco», realizado por Béla Tarr, Hungria, 1990, 31 minutos.
Com apresentação de István Rákóczi, professor Catedrático da Universidade ELTE de Budapeste, recém tradutor de OS LUSÍADAS para húngaro.
É com imensa tristeza que comunicamos o falecimento do nosso associado.
Apresentação:
– Jorge Pinto, Presidente do FITEI
Intervenções de:
– João Carrega, Editor (RVJ editores)
– Professor Paulo de Morais, Presidente da direção da Frente Cívica
– Tiago Oliveira, Secretário-Geral da CGTP-IN
– Luís Garra, Autor
A UNICEPE é um espaço de liberdade e de solidariedade. Sendo uma livraria, a UNICEPE é também uma comunidade de afetos e de pessoas empenhadas em promover a diversidade de pensamento e a emancipação cultural.
ESPAÇO ASSOCIADOS
O jornalista Sérgio Almeida publicou um artigo no JN falando do nosso saudoso associado Manuel de Lima Bastos.
Lembramos que Manuel de Lima Bastos leu o romance a "A Casa Grande de Romarigães" quando saiu em 1957 e, desde então, releu-o todos os anos, alguns mais do que uma vez!
Viajar com ele era um puro deslumbramento.
Recordemos as duas vezes em que nos guiou às Terras do Demo e as apresentações dos seus últimos livros:
O jornalista Sérgio Almeida publicou um artigo no JN falando do nosso saudoso associado Manuel de Lima Bastos.
Lembramos que Manuel de Lima Bastos leu o romance a "A Casa Grande de Romarigães" quando saiu em 1957 e, desde então, releu-o todos os anos, alguns mais do que uma vez!
Viajar com ele era um puro deslumbramento.
Recordemos as duas vezes em que nos guiou às Terras do Demo e as apresentações dos seus últimos livros:
O jornalista Sérgio Almeida publicou um artigo no JN falando do nosso saudoso associado Manuel de Lima Bastos.
Lembramos que Manuel de Lima Bastos leu o romance a "A Casa Grande de Romarigães" quando saiu em 1957 e, desde então, releu-o todos os anos, alguns mais do que uma vez!
Viajar com ele era um puro deslumbramento.
Recordemos as duas vezes em que nos guiou às Terras do Demo e as apresentações dos seus últimos livros:
O jornalista Sérgio Almeida publicou um artigo no JN falando do nosso saudoso associado Manuel de Lima Bastos.
Lembramos que Manuel de Lima Bastos leu o romance a "A Casa Grande de Romarigães" quando saiu em 1957 e, desde então, releu-o todos os anos, alguns mais do que uma vez!
Viajar com ele era um puro deslumbramento.
Recordemos as duas vezes em que nos guiou às Terras do Demo e as apresentações dos seus últimos livros:
O jornalista Sérgio Almeida publicou um artigo no JN falando do nosso saudoso associado Manuel de Lima Bastos.
Lembramos que Manuel de Lima Bastos leu o romance a "A Casa Grande de Romarigães" quando saiu em 1957 e, desde então, releu-o todos os anos, alguns mais do que uma vez!
Viajar com ele era um puro deslumbramento.
Recordemos as duas vezes em que nos guiou às Terras do Demo e as apresentações dos seus últimos livros:
O jornalista Sérgio Almeida publicou um artigo no JN falando do nosso saudoso associado Manuel de Lima Bastos.
Lembramos que Manuel de Lima Bastos leu o romance a "A Casa Grande de Romarigães" quando saiu em 1957 e, desde então, releu-o todos os anos, alguns mais do que uma vez!
Viajar com ele era um puro deslumbramento.
Recordemos as duas vezes em que nos guiou às Terras do Demo e as apresentações dos seus últimos livros:
O jornalista Sérgio Almeida publicou um artigo no JN falando do nosso saudoso associado Manuel de Lima Bastos.
Lembramos que Manuel de Lima Bastos leu o romance a "A Casa Grande de Romarigães" quando saiu em 1957 e, desde então, releu-o todos os anos, alguns mais do que uma vez!
Viajar com ele era um puro deslumbramento.
Recordemos as duas vezes em que nos guiou às Terras do Demo e as apresentações dos seus últimos livros:
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